segunda-feira, 8 de julho de 2013

"Convulsão apocalíptica como nunca houve em tempos ancestrais".


SINAIS APOCALIPTICOS DO "FIM DOS TEMPOS"...

O National Geografic apresentou um documentário preocupante apresentando sinais reais de “fim dos tempos” que anunciam algo apocalíptico para a Humanidade Actual que ainda não se dá conta do perigo de ser extinta pela forma como vive e se comporta contra as Leis da Vida e da Ordem Universal.

A morte inexplicável de milhares de pássaros que caiem do céu sobre cidades, campos e estradas, as toneladas de peixe que aparecem a boiar envenenados em lagos e águas do mar, as centenas de baleias e golfinhos que dão à costa como um ‘suicídio colectivo’ em vários lugares, e mais recentemente milhões de caranguejos mortos no Chile, tudo isto é um mau sinal somado a tantos desastres ecológicos causados pelo homem do século actual que caminha para a sua destruição com esta forma de Civilização.

Enquanto isso, os homens se preocupam mais com os números do PIB  e os défices orçamentais pedindo sacrifícios ao povo que sofre pagando pelos erros de governos corruptos e imorais que servem interesses contrários aos dos cidadãos que os elegem e acabam nas mãos de agiotas dos mercados dos capitais.

E assim vai o mundo prestes a sofrer talvez a sua maior convulsão apocalíptica como nunca houve em tempos ancestrais. É certa de facto a frase que diz que... “nos tempos derradeiros os últimos actos dos homens serão piores do que os primeiros” e na verdade em tempo algum se afectou tanto o planeta onde vivemos como na presente geração, cada vez mais explorado (desde a superfície até ás entranhas), tendo sofrido mais nas últimas décadas do que em milhões de anos de evolução.

Como se isso não bastasse, os homens criaram milhares de bombas atómicas ou termo nucleares que já dariam para destruir toda a vida na Terra criando nela o maior Inferno que jamais se imaginou e só poderá ser evitado por seres superiores ao homem vindos do Espaço, os tais 'Anjos' ou Extraterrestes que Jesus falou no seu Sermão e podem fazer aqui uma certa Intervenção.  Oxalá não se demorem...

Pausa para reflexão!
Rui M. Palmela



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