quarta-feira, 14 de março de 2012

Fim dos Tempos? Três igrejas "evangélicas", e um destino: Não pregar o evangelho verdadeiro! Será?

Quem está certo: o bispo universal, o missionário internacional ou o apóstolo mundial?

Por : Ciro Sanches Zibordi
Blog: http://cirozibordi.blogspot.com/

Na atualidade, há três igrejas conhecidas como evangélicas que, apesar de terem Deus no nome, não têm pregado o verdadeiro Evangelho. Elas “arrastam” multidões. Pessoas se acotovelam para ouvir “outro evangelho”, e não o Evangelho (1 Co 15.1,2; 2 Co 11.3,4. Gl 1.6-12; 1 Tm 6.3,4).

Refiro-me a três grandes igrejas, cujos templos estão sempre lotados. A maior delas ainda não conquistou outros planetas, mas a sua meta é crescer em nível universal. A segunda maior também está em boa parte do globo terrestre; trata-se de uma igreja internacional. E a terceira também não deixa por menos. Conquanto menor do que as outras, já se considera mundial.

Estou falando de três líderes carismáticos, telepregadores muito bem-sucedidos em seus negócios. Os dois primeiros fundaram a primeira igreja, de abrangência universal. O segundo e o terceiro saíram da primeira. O mais rico (está entre os mais ricos do País!) tem um reino à sua disposição. O segundo mais rico é um milionário, quer dizer, um missionário cheio de graça, que prega, canta, conta piadas... E o terceiro vem suando bastante (a ponto de os fiéis recolherem o seu suor!) para demonstrar que a sua igreja tem muito poder.

Essas igrejas aparecem na mídia todos os dias e têm muitos seguidores — você pode ser um deles! —, mas não pregam, como já disse, o verdadeiro Evangelho. A primeira prega o evangelho da prosperidade. A segunda, o evangelho triunfalista, à base de confissões positivas. E a terceira, o evangelho experiencialista e místico.

Os auditórios dessas igrejas, em geral, são formados por três tipos de pessoas, nessa ordem: interesseiras que frequentam cultos prioritariamente para se tornarem empresárias ou saírem de uma crise financeira; interesseiras que vão aos cultos para receberem curas, bens materiais ou soluções de problemas; e interesseiras que frequentam os cultos para receberem milagres. Jesus também era seguido por multidões de interesseiros. A diferença é que Ele pregava a verdade, o que fazia com que muitos deixassem de segui-lo (Jo 6.60-69).

Bem, a primeira igreja, de abrangência universal, contraria o que diz a Bíblia acerca do Reino de Deus, que “não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17), ao priorizar a prosperidade material. Deus faz prósperos os seus filhos (Sl 1; 23; 37), mas um crente que só pensa em dinheiro e bens materiais está longe de agradar ao Senhor Jesus (Mt 6.19-21; 1 Tm 6.9,20; Ef 5.5).


A segunda igreja, de abrangência internacional, não prioriza a graça do Senhor Jesus, posto que promove um culto antropocêntrico, centrado nas necessidades humanas. As pessoas não frequentam os cultos primeiramente para adorar ao Senhor, e sim para receberem bênçãos, como se Deus fosse aquele bom velhinho do Pólo Norte... Deus abençoa o seu povo, mas o nosso culto deve ser cristocêntrico, isto é, em adoração e louvor a Cristo (1 Co 1.22,23; 2.1-5). A oração modelo não começa com “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”, e sim: “Pai nosso que está nos céus, santificado seja o teu nome” (Mt 6.9).
Finalmente, a terceira igreja, de abrangência mundial, apresenta um culto aos milagres. Tudo gira em torno de sinais, prodígios, curas... Há problema nisso? Claro que sim! O Senhor Jesus, quando andou na terra, ficou o tempo todo curando os enfermos e fazendo milagres? Não! Ele ensinava, pregava e curava, nessa ordem (Mt 4.23; 11.1). Ele ensinou mais que pregou; e pregou mais que curou. Além disso, pregar o Evangelho não é pregar milagres, pois estes são o efeito da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20). Por isso, na hierarquização que Deus estabeleceu para os dons do Espírito, milagres e curas aparecem depois de apóstolos, profetas e doutores (1 Co 12.28).


Qual é o líder que está com a razão, visto que estão se digladiando há algum tempo? O bispo universal, que só prega a teologia da prosperidade, não fazendo jus à definição bíblica de Reino de Deus? Ou o missionário cheio de graça, conhecido em âmbito internacional? Ou ainda o apóstolo mundial que faz da pregação de milagres o seu carro-chefe, deixando de pregar o Evangelho pleno, composto de promessas, mandamentos e princípios?
Enquanto os aludidos bispo, missionário e apóstolo disputam para ver quem é o melhor, sigamos o Bom Pastor, o nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 10.11,27,28). Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).


Amém?

Um comentário:

acbtos disse...

Por que Deus é contra religiões?

"para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste." (João 17:21)

A vontade de Deus o Pai e de seu Filho Jesus, é que todos os cristãos sejam um isso sujere unidade ou união.

"E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir;" (Marcos 3:24)

Divisão significa duas visões, no Brasil cada religião cristã tem uma visão diferente da outra, por isso a tendência é deixar de existir.

"Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei." (Jo 2:19 e Mt 25:2)

O próprio Jesus é contrário ao sistema religioso institucional com essa declaração ele mesmo nos constituiu templos ao ressuscitar ao terceiro dia.

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (I Cor. 6:19)

Não existe necessidade de prédios físicos, agora Deus o Pai e Jesus o Senhor habita dentro de cada um que o receber como Senhor e salvador.

"Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:" (Atos 7:48)

Veja que a vida do Deus altíssimo pelo seu Espírito não habita em construções feitas por mãos humanas porque Jesus já aboliu esse modelo de adoração.

"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:24)

Adorar em espírito significa exaltar, louvar, glorificar, enaltecer o Espírito de Deus que habita no crente através da maneira de viver, falar, comportar-se, tratar o próximo como Jesus tratou, amando, bendizendo, orando, tendo compaixão, misericórdia, sendo pacificador, curando e desejando o bem sempre.

"Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;" (I Pe 2:9)

Onde houver um crente no Senhor Jesus anunciando o amor de Deus e a salvação pelo sacrifício de Jesus Cristo, ali estará a Igreja de Deus, a palavra igreja na novo concerto significa pessoas convertidas a Jesus em um determinado lugar, e não religiões institucionalizadas com cargos hierárquicos e fins comerciais ou lucrativos, Jesus nunca cobrou 1 centavo para anunciar a palavra do Pai celestial o Mestre não teve religião e não deixou nenhuma para ser seguida ele deixou-se a si mesmo para ser seguido veja: (Mt 16:24)

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