sábado, 9 de maio de 2015

Sons das batalhas e ruídos de guerras - Notícias e Batalhas do Estado Islâmico (ISIS) - Se é de menor, melhor não ver os vídeos.

Síria é 'maior crise humana da nossa era', diz ONU
Frente Al-Nusra x Estado Islâmico (ISIS ou EI) - Guerra Civil Siria Intensos combates que aconteceram em Deir-Ez-Zor, que tornaram-se uma das batalhas mais importantes na Síria. A Frente Al-Nusra tem uma forte presença em Deir-Ez-Zor e conseguiu expulsar ISIS da cidade no início de Fevereiro de 2014. Lutas internas entre os Rebeldes na província de Deir ez Zor reacendeu, com o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS) lutando para deslocar seu rival extremista, Jabhat al-Nusra. Diferentemente na província vizinha de Hassakeh e em Raqqa, ISIS está perdendo terreno para al-Nusra, em grande parte devido à organização e governança superiores táticas deste último em Deir Ezzor. Lá, ISIS não conseguiu manter as bases e sedes necessárias para travar uma batalha adequada. Os rebeldes tentaram, entretanto atacar a aldeia de Jafra, a fim de tentar tirar a base aérea militar, mas o Exército sírio com forças NDF conseguiu parar qualquer infiltração na aldeia de Jafra. Os militantes agora tentam segurar seu território e atacar possíveis áreas que os sírios usam como quartel no "bairro dos Trabalhadores", que fica perto da base aérea.

Fonte: Thiago Silva
US AirStrike Filmed By ISIS Fighter in Iraq - ISIS Artillery Cannon Striked
Este vídeo pode conter conteúdo violento, visualizador de discrição é aconselhada. Leia a descrição inteira por favor. Um lutador de ISIS pegou o momento exato de um ataque aéreo dos EUA em sua posição, perto da fronteira com a Síria no Iraque. A bomba foi uma GBU comumente usado pela Força Aérea dos Estados Unidos, o ISIS canhão era um M1954 soviético (M-46), provavelmente retirado do exército do governo sírio. Sem prejuízo relatado durante esta greve 


Fonte:
Military Archive
A MARCHA DA MORTE DO ESTADO ISLÂMICO
No último domingo, o Estado Islâmico tomou o controle da base aérea de Tabqa na cidade de Raqqa no norte da Síria. O importante complexo do governo, que desde o dia 10 de Agosto, havia sido palco de constante e sangrenta luta entre os jihadistas e as forças militares sírias, sucumbiu após a quarta grande investida consecutiva. Senhoras e senhores. Falamos aqui de uma conquista-chave consumada não em meses, mas em meras duas semanas. Tabqa, que servia de plataforma para deflagrar ataques aéreos contra as posições dos insurgentes, era o ÚLTIMO bastião controlado pelas forças sírias na província do norte, depois que o EI capturou a Brigada 93 e a Divisão 17, matando dezenas de soldados no processo e submetendo prisioneiros a degolação. Para agravar ainda mais a situação, como podemos observar nas imagens divulgadas pelos próprios radicais sunitas, milhares de armamentos avançados caíram em suas mãos, incluindo mísseis orientados por radiação infravermelha de curto alcance modelo AIM-9, caças supersônicos russos Mikoyan-Gurevich MiG-21 e sistemas de defesa anti-aéreo portáteis (abreviados em inglês como MANPADS ou MPADS) modelo 9K34 Strela-3 (ou SA-14 Gremlin, de acordo com as designações da OTAN) Embora seja questionável a capacidade dos terroristas de operarem os caças estacionados, os sistemas de defesa anti-aéreo portáteis representam uma ameaça bastante real. Estes são dispositivos de manuseio prático, disparados dos ombros e capazes de abater aviões em vôo baixo e especialmente, helicópteros. No fim, podemos concordar em algo. Estas armas de destruição, não terão outro desígnio, senão o de reforçar a implacável máquina de guerra jihadista e suas ambições de dominação. O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) estima que ao menos 346 militantes do EI e 170 combatentes sírios, foram mortos durante o conflito. O EI também capturou 260 assadistas cuja morte está, evidentemente, mais que prescrita. Tragicamente, a tomada da base marca mais uma vitória da brutal e, aparentemente, irresistível campanha expansionista do EI, o que possibilitará o grupo solidificar seu poder sobre o leste e norte da Síria. Ilude-se, portanto, quem via as forças de Bashar al-Assad como uma força militar capaz de conter o avanço dos extremistas. Raqa, torna-se, oficialmente, a mais nova fortaleza do Estado Islâmico e seu califado. Domínios estes que já compreendem UM TERÇO do território da Síria e do Iraque. Uma região hoje maior que a Nova Inglaterra. Apesar de tudo, o que mais me desperta assombro não é o brado daqueles que anseiam impor sua visão por via da tirania e opressão. E sim, a desestima e morosidade, dos que clamam defender uma promessa de liberdade. -Luiz Castro

Fonte:
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