sábado, 12 de janeiro de 2013

Alertas de terremotos, áreas estáveis podem ser considerados como grandes riscos de catástrofes.


A tese foi desenvolvida a partir do estudo do terremoto que atingiu o Japão em 2011, que causou um tsunami e danificou a usina nuclear de Fukushima / Toru Yamanaka/AFP

A tese foi desenvolvida a partir do estudo do terremoto que atingiu o Japão em 2011, que causou um tsunami e danificou a usina nuclear de FukushimaToru Yamanaka/AFP

Falhas em placas ampliam efeito de terremotos

Áreas antes consideradas estáveis - em que o movimento da placa tectônica era suave - podem se associar a terremotos


As descobertas teriam repercussões na estratégia sismológica do país e em outros locais, inclusive na conhecida falha de Saint Andrew, na Califórnia, que tem um perfil sísmico similar, afirmaram os cientistas no estudo publicado na conceituada revista Nature.

Hirouki Noda, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha e Terrestre, e Nadia Lapusta, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, basearam suas descobertas em um modelo de computador do terremoto de 11 de março de 2011, que causou um tsunami que matou cerca de 19.000 pessoas e danificou a usina nuclear Fukishima Daiichi, dando origem à pior crise atômica em uma geração.

O terremoto de magnitude 9 sacudiu o nordeste do Japão em parte da chamada Trincheira do Japão, onde a placa do Pacífico escorrega sob a placa de Okhotsk, sobre o qual fica o arquipélago japonês.

Seu epicentro foi localizado cerca de 200 km ao leste da ilha Honshu, em Sendai, no centro de uma área em formato de losango no leito do oceano.

Esta área da Trincheira do Japão costumava ser considerada estável, por ser um segmento "deslizante", o que significa que qualquer movimento da placa ali era suave e regular.

Segundo uma teoria comumente aceita, este movimento constante evitaria que o estresse chegasse ao ponto de provocar uma ruptura da falha, funcionando como uma válvula de segurança em um dispositivo a vapor.

Mas Noda e Lapusta sugerem que as partes da falha que experimentaram um "deslizar" estável e de longo prazo na verdade se fragilizaram quando uma parte vizinha da falha se rompeu.

E se a falha estivesse infiltrada com fluidos geológicos quentes, este atuaria como um lubrificante, ajudando a ocorrer um grande escorregamento.

"Segmentos constantemente deslizantes costumam ser considerados barreiras à ruptura de terremotos. Nosso estudo mostra que eles podem se associar a grandes terremotos, amplificando o perigo sísmico", disse Noda.

Os autores disseram esperar que seu trabalho seja considerado no programa de prontidão para terremotos do Japão. Alguns especialistas acusaram o programa de se focar obsessivamente nos riscos em Tóquio, ao sul de onde o trágico terremoto de 2011 ocorreu.

As descobertas também devem ter implicações para a avaliação de risco na falha de Saint Andrew, que corre debaixo da costa da Califórnia.

A falha de Saint Andrew também tem um segmento deslizante, considerado um bloqueador para grandes terremotos, afirmou Noda.

"No entanto, se vai atuar sempre como uma barreira ou poderá se juntar a um grande terremoto não é uma questão trivial", alertou. "Buscar evidências de um deslizamento rápido ou aquecimento friccional no meio do atual segmento rastejante seria importante para julgar se cenários convencionais deveriam ser revistos", acrescentou.

Copiado de:http://noticias.band.uol.com.br/ciencia/noticia/?id=100000566334

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Pior do que "religião", é os jovens se converterem em "zumbis"?!? Final dos tempos?



Nossa Senhora do Offline - comédia MTV




Celular com Internet está transformando jovens em zumbis e governo teme apocalipse

O governo está temendo o inicio de um apocalipse zumbi. Para o especialista Edward Elvis, que estuda o comportamento de zumbis, está cada vez mais notória a presença deles na sociedade.


Ainda segundo o especialista, que enviou um relatório para governantes de diversos países, incluindo o Brasil, o celular com Internet é o pivô da transformação de seres humanos em zumbis.


"Fiz algumas imagens em diversos lugares do planeta, mostrando os jovens dominados e controlados pelo aparelho celular", disse o especialista em zumbis.


Nos EUA, o governo está preocupado com o apocalipse zumbi, mas ainda não sabe o que fazer para evitar o acontecimento.


No Brasil a presidente Dilma classificou o assunto como de extrema importância, mas ficou chateada após o relatório apontar que existe zumbis em Brasília. "Eu asseguro que em Brasília seja no Congresso, no Palácio do Planalto, ou na Câmara Federal não existem zumbis, podem parecer, mas não são", disse a presidenta. 









Relatório aponta quadro preocupante de seres humanos sendo transformados em zumbis
 

Copiado de:http://www.g17.com.br/noticia/mundo/celular-com-internet-esta-transformando-jovens-em-zumbis-e-governo-teme-apocalipse.html

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ateísmo em ascensão em todo o mundo. É sinal do fim dos tempos?



Sinal dos Tempos: Ateísmo está em ascensão em todo o mundo, revela pesquisa


Se a religião é realmente o ópio dos povos, perdemos esta também, já que o culto em ascensão no mundo leva o nome de ateísmo. Sim, um em cada seis pessoas sobre a Terra é sem Deus: ou ao menos não acredita no Deus de uma Igreja particular. E a Igreja dos sem fé já é a terceira da aldeia global.
A primeira é a dos cristãos: 2,2 bilhões de pessoas. A segunda é uma mesquita: os muçulmanos são 1,6 bilhão. Ao terceiro lugar do pódio, portanto, sobem os não crentes: 1,1 bilhão.
O que acontece? Depois de conhecer uma sociedade sem pais, como haviam profetizado os sociólogos há 60 anos, decidimos também aposentar o Pai Eterno?
Na verdade, o quadro oferecido pelos pesquisadores do Pew, o instituto de pesquisas mais prestigiado dos Estados Unidos, é um pouco mais complexo, assim como demanda o assunto. Tanto é que a definição que os estudiosos propõem para os ateus do terceiro milênio é a mais flexível: unaffiliated, que poderia ser traduzida como não adeptos, aqueles justamente que não participam ativamente em um culto. Uma não Igreja muito mais do que variada.
“Os não adeptos incluem os ateus, os agnósticos e aqueles que não se identificam com nenhuma religião particular”, lê-se nas 81 páginas dessa The Global Religious Landscape. Mas os autores do relatório logo se adiantam: para unir também as mãos desses bem-aventurados não adeptos. Muitos deles, de fato, “têm alguma forma de crença religiosa”. O que isso significa? Que, “por exemplo, a fé em Deus ou em um poder qualquer é compartilhado por 7% dos chineses, por 30% dos franceses e por 68% dos norte-americanos”, sempre na categoria unaffiliated.
E mais: “Alguns deles participam de algum modo de certas práticas religiosas. Por exemplo, 7% na França e 27% nos Estados Unidos revelam presenciar um serviço religioso ao menos uma vez por ano”. Isso naturalmente não basta para considerá-los crentes: muitas vezes, por exemplo, a participação está ligada a ritos também civis, como casamentos e funerais. Ou ao menos aquele sentimento que muito raramente os leva à igreja, à mesquita, à sinagoga, ou também ao menos aquilo que é classificado mais como busca do espírito do que sentido religioso propriamente dito.
Obviamente, as curiosidades não faltam. Ainda com relação aos não adeptos, trata-se de 16% da população mundial: a mesma porcentagem dos católicos. Três quartos vivem na Ásia: segue a Europa (12%, 134,8 milhões), a América do Norte (5%, 59,04 milhões) e o resto. Entre as grandes religiões, os hindus seguem o cristianismo e o Islã com 1 bilhão de fiéis; os budistas com meio bilhão; e os judeus, com 12 milhões. A religião do amanhã parece ser o Islã: os muçulmanos têm a média de idade mais jovem, 23 anos; judeus e budistas, a mais alta, 36.
No total, os crentes são 84% da população mundial: calculada em 2010, ano da pesquisa, 5,8 bilhões.
O professor Conrad Hackett, um dos pilares do estudo, disse ao New York Times que “é a primeira vez que os números se baseiam em uma pesquisa analisada de modo rigoroso e científico”: 2.500 fontes em 232 países.
Diz na Sagrada Escritura:
“Se não se abreviassem aqueles dias, não se salvaria pessoa alguma; porém, serão abreviados aqueles dias em atenção aos escolhidos.” (Mt. 24, 22).
“Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição,” (2Ts 2,3)
“Mas o Filho do Homem, quando vier, será que vai encontrar fé sobre a Terra?” (Lc 18, 8)
DEUS NOS GUARDE!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


O Fim do mundo  será em 2060, segundo Newton.

Uma exposição que acontece em Jerusalém chamada “O segredo de Newton” mostra documentos inéditos. Isaac Newton, o físico que descobriu a lei da gravidade previu que o mundo não iria acabar em 2012 e que o apocalipse só iria acontecer em 2060.
Um dos manuscritos de Newton
A exposição mostra documentos sobre o trabalho e as investigações de Newton, que viveu entre 1642 e 1727. Newton estudou as profecias apocalíptcas escritas na antiguidade, além de fisica e alquimia.
“Newton se esforçou para decifrar o que ele considerava conhecimentos secretos, conhecimentos codificados nas escrituras sagradas de culturas antigas e de outros arquivos históricos”, diz a filósofa Yamima Ben Menahem. Entre os manuscritos do físico, há um no qual ele tenta calcular o fim do mundo segundo o livro do profeta Daniel, no Antigo Testamento, e chega à conclusão de que ele acontecerá no ano 2060. Cuidadoso, o físico escreveu que não era possível ter 100% de certeza a esse respeito. “Pode acontecer mais tarde, mas não vejo motivo para que aconteça mais cedo” com base no livro de Daniel, afirma Newton.
Isaac Newton
“Newton abordou esses estudos com a mesma meticulosidade demonstrada em seu trabalho como cientista”, diz Menahem. “Os tesouros dessa mostra nos convidam a repensar dicotomias tradicionais como antiguidade e modernidade, ciência e religião, racionalidade e irracionalidade.”

Se está se perguntando como vai sobreviver aos zumbis com 70 anos, assista o trailer de Zombies vs Cockneys, o filme que mostra os idosos de um asilo no apocalipse.O apocalips

Sinais na natureza?



Sérgio Cabral cria gabinete de crise para monitorar chuvas no Rio


Na manhã desta quinta-feira, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, determinou a criação de um gabinete de crise no Centro Estadual de Gestão de Desastres (Cestad), por conta das fortes chuvas que castigaram as cidades da Baixada Fluminense nesta madrugada.
O governo do estado informou, que o gabinete funcionará na sede do Departamento Geral de Defesa Civil, na Praça da Bandeira. O secretário da Defesa Civil, Sérgio Simões, vai acompanhar do local as consequências das fortes chuvas no estado e traçar um plano de trabalho em conjunto com as secretarias de Estado de Saúde, Obras, Assistência Social, Educação, Meio Ambiente e com o Departamento de Recursos Minerais (DRM).

Sérgio Cabral vai se reunir com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, na manhã desta sexta-feira, no Palácio Guanabara. A reunião terá como objetivo discutir a situação que as chuvas provocaram no Estado e decidir medidas de emergência.

Copiado de: 
http://www.sidneyrezende.com/noticia/196404+sergio+cabral+cria+gabinete+de+crise+para+monitorar+chuvas+no+rio 



Leia também:

Pelo menos 110 pessoas morrem em 

forte onda de frio na Índia

Maioria dos mortos é de indigentes e pessoas que vivem em bairros pobres, com pouca ou nenhuma proteção contra o frio




Homem anda de mini-moto em meio a uma densa neblina em uma manhã fria de inverno na cidade de Chandigarh, norte da Índia
Nova Délhi - A onda de frio que vem atingindo o norte da Índia nas últimas semanas deixou até o momento 110 mortos, em sua maioria indigentes, depois que foi confirmada nesta quarta-feira a morte de nove pessoas em Uttar Pradesh, o estado mais afetado.

As mortes registradas hoje em Uttar Pradesh - onde o número de mortos já passa de 92 - aconteceram nas cidades de Mirzapour, Muzaffamagar, Barreilly, Moradabad e Amroha, disseram fontes oficiais não identificadas ao jornal local "Times of India".
O estado de Uttar Pradesh registrou algumas das temperaturas mais baixas do subcontinente indiano, e a cidade de Agra - onde fica o Taj Mahal - teve a temperatura mais baixa da região, com 0,9 graus centígrados.
Outras áreas da Índia, como a Caxemira, no noroeste do país, registram temperaturas muito mais baixas (nesta madrugada a região de Kargil chegou a atingir -17ºC), mas são regiões onde a população está acostumada com o frio extremo.
A maioria dos mortos pela onda de frio na Índia é de indigentes e pessoas que vivem em bairros pobres, com pouca ou nenhuma proteção contra o frio, segundo a imprensa local.
Muitas cidades indianas têm abrigos para indigentes, mas as instalações são insuficientes para acolher pessoas necessitadas e frequentemente se encontram em estado precário.
Apesar da variedade de climas do subcontinente indiano, o inverno pode ser muito rigoroso nas regiões ao norte do país, incluindo a capital, Nova Délhi.

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