quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Profecias dos Maias - 4 de 7


Aquecimento global
A quarta profecia maia diz que o aumento da temperatura cusado pela conduta anti ecológica do homem e uma maior atividade do sol provocará um derretimento do gelo nos polos, se o sol aumenta seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de vento solar, mais erupções massivas desde a coroa do sol, um auento de irradiação e um incremento na temperatura do planeta.
Os maias se basearam no giro de 584 dias do planeta venus, para calibrar seus cálculos solares. Venus é um planeta facilmente visivel no céu, pois sua órbita está entre a terra e o sol. Eles deixaram registrado no códice Dresde que cada 117 giros de Venus marcados cada vez que aparece no mesmo lugar no céu, o sol sofre fortes alterações, aparecem enormes manchas e erupções dos ventos solares.
Advertiram que cada 1.872.000 kins ou 5.125 anos se produze alterações ainda maiores e que quanto isto ocorre o homem deve estar alerta, é um presságio de mudanças e destruição. No códice Dresde também figura a cifra 1.366.560 kin que tem uma diferença de um katum, 20 anos com a cifra que aparece no tempo da cruz.
A produção do ozonio na ioNo tempo da cruz no palenque está talhado a cifra 1.366.540 kins a diferença que tem com o q está anotado no códice Dresde, é de 20 anos ou um katum. É um período de tempo que chamavam o tempo do não tempo, no qual estamos vivendo desde1992, as mudanças na atividade dosol serão mais fortes, posto que as proteções que temos a nível planetário se estão debilitando, o escudo eletromagnético que nos cobre está diminuindo sua intensidade.nosfera que impedia os raios ultravioletas tem diminuido e tem aparecido uns enormes agujeros sobre os polos permitindo a chegada dos raios de sol a superficie do planeta.
Os maias disseram que esta seria a forma que nosso planeta se limparia e reverdeceria por todas as partes. O aumento da temperatura começou e informes cientificos de diversas fontes confirmam, os estudos realizados pela universidade do Colorado concluem que os glaciais e os picos de neve de todo mundo estão diminuindo de volume notavelmente como resultado do aumento geral da temperatura em todo o planeta; o glacial maior da África no monte Kenai perdeu 92 % de sua massa, os glaciais do monte Kirimanjaro reduziram em 73 %, na Espanha em 1980 haviam 27 glaciais, hoje o número está reduzido a 13 e nos alpes europeus e no causado na Russia estão em 50 % e na Nova Zelandia e mentes entre Russia e China em 26%, os cálculos preliminares do estudo dizem que se as mudanças continuarem no mesmo ritmo, em cincoenta anos não haverá picos nevados em nenhuma parte do mundo.
Na antartica a situação é ainda mais grave. O glacial Park IceLand está derretendo desde seu centro até suas bordas, sabe-se também que um estanque ou um lago gelado começa a derreter e sempre a partir de seu centro.A atividade do homem está alterando a composição da atmosfera, produzindo o chamado efeito invernadero que atrapa o calor e aumenta a temperatura.
Todos estes fenomenos ao ocorrer simultanemanete produzirão alterações no clima e um aumento de temperatura nos mares, o que derretirão mais rapidamente o gelo nos polos. Isto causará um aumento no nivel de água dos mares, produzindo inundações nas terras costeras e a modificação morfológica dos continentes onde vivemos.
A temperatura na antártica tem aumentado 2.25 graus nos ultimos 25 anos, e está aparecendo vegetações por toda parte onde antes era apenas gelo, e 50% da população do mundo vive perdo do mar pelo qual milhões de pessoas se verão afetadas e desapropriada de seus lugares. 1998 estabeleceu record em altas temperaturas, as mais altas dos ultimos 600 anos, não obstante um aumento de temperatura como o que vem ocorrendo não muda rapidamente os niveis de água em todo o planeta, este é um processo que levará vários anos; o único que poderia obte-lo é um caminho súbito na posição da crosta terrestre sobre seu núcleo central, isto já ocorreu várias vezes no planeta ao mudar a posição dos polos.

Sabemos que muitas coisas que não queremos que aconteçam e que causam grandes tragédias acabam acontecendo, devemos concentrar-nos em produzir resultados positivos nas nossas ações e ao mesmo tempo crescer com as dificuldades que encontramos, devemos assumir a vida e tomar nossas decisões de modo consciente , abrir os olhos diante da possibilidade de não fazer do mundo um lugar onde todos se culpam pelo que acontece.
Todas as profecias buscam uma mudança na mente do homem pois o universo está gerando todos esses processos para que a humanidade se expanda pela galáxia compreendendo sua integridade fundamental cum tudo o mais que existe.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Desmatamento - O apocalipse dos maias.


Como o desmatamento acelerou o apocalipse dos maias bem antes de 2012



Toda a expectativa em torno de um possível fim do mundo previsto pelo calendário dos antigos maias não deixa de ter alguma razão. De apocalipse, os maias devem entender. Afinal, eles provocaram a própria queda. A exploração insustentável dos recursos naturais não é um privilégio de nossa civilização atual. Embora nós tenhamos elevado essa prática pouco recomendada a um âmbito global, com consequências para todo o planeta, outras sociedades do passado já destruíram suas bases naturais e aceleraram a própria ruína. O caso clássico é o da Ilha da Páscoa. Agora, um pesquisador da Nasa, agência espacial americana, traçou uma nova trajetória de suicídio ecológico: o da civilização Maia.
O pesquisador Ben Cook, da Nasa, usou imagens de satélites e modelos climáticos em computador, para simular o clima na América Central em vários períodos do passado. Ele concluiu que os Maias desmataram tanto a região que intensificaram as secas, com trágicos resultados. A civilização Maia, uma das mais desenvolvidas e mais populosas da América pré-Colombiana, prosperou por centenas de anos. Mas entrou em colapso rapidamente no meio do século 9., antes da chegada de Cristóvão Colombo com os espanhóis. Algumas pesquisas indicam que a crise tenha relação com ondas de seca intensa, que quebraram a agricultura dos maias.
Para analisar o que aconteceu, Cook fez algumas simulações. A primeira, no mapa em verde abaixo mostra, como foi o desmatamento no auge dos maias, em torno do ano 950.
A imagem indica como sobrou pouca vegetação original (em verde escuro) na região. O desmatamento intenso alterou o clima da região. A vegetação tem um papel fundamental no ciclo de chuvas. Ela aumenta o tempo de permanência da umidade na superfície, ajuda a preservar os solos e contribui para a evaporação que gera as chuvas. O estudo de Cook mostra que o clima estava mais quente e seco na estação chuvosa (de junho a agosto) do que seria de se esperar se a vegetação nativa estivesse bem preservada. Embora o desmatamento não tenha causado a seca, ele a agravou.
O mapa abaixo mostra onde a precipitação estava abaixo do normal para a região naquele período. Os trechos em azul claro mostram onde estava chovendo até 5% mais do que a média do lugar. Em compensação, as áreas em marrom mostram onde chovia abaixo da média. O marrom mais escuro indica onde chovia 20% a menos do que o esperado.
O mapa abaixo mostra as anomalias na temperatura. O vermelho mais escuro mostra onde a temperatura média estava até 0,5 grau acima do normal.
Os efeitos negativos do desmatamento em larga escala para o clima de uma região são bem conhecidos. É o que se teme na Amazônia, onde o desmatamento continua elevado, embora as taxas venham caindo.Alguns países hoje ricos sabem por que preservaram ou recuperaram suas florestas. Com tantos casos históricos de desastres ambientais, a esperança é que nossa sociedade aprenda uma lição ou outra.


(Alexandre Mansur)


extraído de:
http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2012/02/01/como-o-desmatamento-acelerou-o-apocalipse-dos-maias-bem-antes-de-2012/

Clima descontrolado?

Termômetro em rua da cidade siberiana de Novosibirsk, cerca de 2.800 km ao leste de Moscou, marcava -34º C nesta quarta-feira (1º). (Foto: Ilnar Salakhiev/AP)

Temperatura atinge -34º C na Rússia

'Frio anormal' afeta várias regiões do país, segundo o governo.
Frio matou ao menos 60 na Europa, 50 no Japão e deve continuar.

E Mortes na EuropaO frio intenso atinge países do leste europeu, onde provocou pelo menos 60 mortes, principalmente entre moradores de rua na Polônia e na Ucrânia.

Notícia comleta em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/termometro-na-russia-marca-34-c.html

Tempestades de neve matam mais de 50 no Japão

Mais de 700 pessoas ficaram feridas.
Tempo deve ficar ruim até o fim de semana, segundo autoridades.


Homem e cão passeiam em frente a ponto de ônibus coberto de neve em Yyzawa, na província japonesa de Niiagata, nesta quarta-feira (1º) (Foto: AP)

Veja mais em:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/tempestades-de-neve-matam-mais-de-50-no-japao.html

2012 - O ano de escolhas ou o fim do mundo!

 
Ponto de escolha
2012 é um ano de muitas previsões, e nós, sem saber ao certo no que acreditar ou esperar, nos questionamos: Será que o mundo vai acabar?
Por: Rosanne Martins
O sentimento é, sem dúvida alguma, de esperança, claro! Todo início de ano somos tomados por uma expectativa gostosa e positiva de que no ano seguinte as coisas serão completamente diferentes. Acreditamos que conseguiremos progredir em áreas da vida que parecem teimosamente emperradas e renovamos a fé de que o novo ano trará as facilitações necessárias para, finalmente, superarmos empecilhos e conquistarmos sonhos e desejos não realizados. Esta é a capacidade da qual somos dotados: recuperação. E isso é muito bom, principalmente em 2012! Segundo a astróloga Susan Miller o mundo não vai acabar.

 Pelo contrário, 2012 será um ano em que os astros oferecerão a oportunidade de nos reinventarmos e reconstruirmos. Esta idéia também é apoiada pelos mapas da astrologia Chinesa onde, segundo eles, não há nenhum sinal do mundo físico acabar. As previsões para o Ano do Dragão indicam, porém, um período de grandes transformações. Estas, trazidas por grandes elevações da crosta terrestre, devido aos desastres naturais dos últimos anos e incríveis mudanças. Ainda de acordo com a astrologia Chinesa o Ano do Dragão simboliza o auge de uma mudança. O Dragão é a figura sagrada associada à primavera. Por representar o futuro, o Dragão não somente nos auxilia a criar metas como também nos traz ambições e desejos de conquistas. No ano regido pelo Dragão o mundo experimentará novos começos em diferentes dimensões da existência.
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É o início de um período espetacular de renascimento espiritual, quando energias do cosmos iluminarão a terra. Interessante é que assim como o movimento de rotação da terra faz com que a escuridão da noite anteceda a claridade do dia, a posição do Planeta Terra no Sistema Solar é tal que o período da maior escuridão, da era mundial, aparece imediatamente antes de iniciarmos a orbita que nos aproximará, de novo, do coração da galáxia. E do ponto de vista físico estamos atravessando exatamente esse período. É como se estivéssemos saindo de um período de trevas, marcado pelas profecias como tempos de guerras, sofrimentos, excessos e caos, para um tempo de luz celestial.
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Estudiosos como o autor Gregg Braden afirmam que desde as antigas civilizações de Gregos e Egípcios a jornada Terrestre através do universo, conhecida como Precessão dos Equinócios, com duração de 25.625 anos, é descrita como uma órbita circular que nos leva através das 12 familiares constelações do zodíaco. Durante esse período de tempo a Terra passou por 5 Eras Mundiais, com duração de 5.125 anos cada uma. O que há de extraordinário no ano de 2012 é que nós não somente estaremos completando um ciclo de 25.625 anos como também seremos a geração que testemunhará o término e o início de uma nova Era de 5.125: a Era de Aquários. Devido à variação da velocidade da nossa jornada através das constelações, há diferentes idéias de quando uma idade zodiacal termina e a próxima inicia.

Sabemos que a partir de 2008 iniciamos um movimento de transição da Era de Peixes em direção à Era de Aquários, mas não podemos precisar um momento exato, pois se trata mais de um processo do que de um evento. Curiosamente, tem sido atribuído a cada signo do zodíaco determinadas características que, aparentemente, refletem as peculiaridades dos tempos em que vivemos. Segundo a autora Caroline Myss, a imagem de dois peixes nadando em direções opostas expressa a contínua necessidade de dividir e conquistar, separar e estudar, dividir o Este e o Oeste, corpo e alma, feminino e masculino, yin e yang, cérebro direito e cérebro esquerdo, intuitivo e intelectual.

Ora, não é de se admirar que estas sejam, exatamente, as características vividas no nosso tempo. Por outro lado, há alguns anos começamos a sentir, cada vez mais, a necessidade eminente de nos unirmos e voltarmos os olhos para o todo, para as comunidades globais, a integração mundial, a compreensão do homem como um todo indivisível - corpo, mente e alma; qualidades que, "coincidentemente", refletem as características da Era de Aquários. É interessante observar ainda que, embora o ano de 2012 tenha sido marcado por profecias apocalípticas, os recentes conhecimentos da ciência e avanços tecnológicos nos abrem uma brecha que parece fazer todo sentido: de acordo com a teoria quântica que explica COMO o foco da nossa consciência cria a realidade em que vivemos, o Físico Hugh Everett III vai mais longe e nos fala do que ele chamou de "pontos de escolha".

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Estes seriam momentos no tempo quando determinadas condições tornam possível iniciar uma trajetória e depois mudá-la, através do foco da nossa consciência ou crença. Do ponto de vista do Físico, o ponto de escolha - caos, sofrimento e destruição - é praticamente certo, se o curso dos eventos humanos permanecer na trajetória iniciada há dois séculos ou mais. No entanto, não estaríamos nós tendo uma oportunidade extraordinária de mudar a história da humanidade no encerramento da quinta Era Mundial?

Não seria o ano de 2012 o "Ponto de Escolha" onde a partir das energias cósmicas presentes na Terra, pelo alinhamento dos planetas com a nossa galáxia, o momento de mudarmos o curso da história e a trajetória que iniciamos há dois séculos? Por mais amedrontadora que possa ser qualquer previsão feita para 2012, acredito que já estamos em pleno processo de mudanças: guerras, tsunamis, furacões e destruições já fazem parte do dia-a-dia do século XXI. O tão temido futuro já chegou e compete a nós mudá-lo: para melhor!


*Rosanne Martins é autora do livro “Por que Sonhar Se Não Para Realizar?”, certificada em Winnipeg em Grupos de Sucesso da autora Barbara Sher,  graduada  no programa de Coaching, Success Principal, de Jack Canfield e em curso avançado de Psych-K, técnica desenvolvida com o objetivo de mudar crenças na mente subconsciente.
 
Comentário do Blog:
Já foi a hora do "Dragão cair" (O Dragão é  a intiga serpente chamada "diabo"). A melhor escolha é Yeshua . Desida entrar na "arca da salvação" pois o "dia do Senhor é vindo" ninguem sem Yeshua vai se salvar, pode acreditar.

Profecias dos Maias 3 de 7





A destruição
A terceira profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa. Os maias disseram que esse aquecimento se dará por vários fatores. Alguns deles pelo ser humano, que por sua falta de sincronismo com a natureza só poderá produzir processos de autodestruição. Outros fatores serão gerados pelo sol, que ao acelerar sua atividade pelo aumento da sua vibração, produzirá mais irradiação aumentando a temperatura do planeta.
Tornado
A atuação humana
Cada um de nós, de uma forma ou de outra, ajudamos a desflorestar o planeta ou a contaminá-lo. Com nossos automóveis, jogando lixo nas ruas ou parques públicos, contribuímos para que o clima do planeta volte-se contra nós. As mudanças já estão acontecendo, mas como estão acontecendo muito lentamente nos adaptamos a elas e nem as percebemos. O processo global de industrialização que teve lugar no século XX mudou dramaticamente a atmosfera com suas emissões de gases tóxicos.A chamada chuva ácida, um subproduto da queima de carvão ou derivados de petróleo e emissões de sulfetos e óxidos de nitrogênio das indústrias tem lugar no mundo todo e concentra-se nas áreas urbanas, corroem os monumentos e pontes, destrói a pintura externa, os bosques, causam danos à vida marinha e aos solos cultivados, transforma a água potável em tóxica e reduz a visibilidade.
A poluição oriunda das fábricas afeta violentamente o ambiente. Em milhões de lugares no planeta ainda se cozinha a lenha, criando fogueiras que emitem grandes quantidades de fumaça, cinzas, vapor d’água e gás carbônico(CO²).Tudo isso deu lugar ao aparecimento do efeito estufa, pois a concentração de CO2 que ficam flutuando na atmosfera e reagem quimicamente com dióxidos aumentando a temperatura. O ar que respiramos está cheio de partículas de monóxido de carbono (CO), dióxido de nitrogênio (NO2) e metano (CO3) produto resultante da combustão da gasolina no motor de milhões de automóveis e de milhares de usinas térmicas e de geração de eletricidade.
Poluição
A depredação de selvas parra terras de cultivos ou para ampliar as cidades tornou-se uma prática comum. Os bosques que purificam o ar ao transformar gás carbônico em oxigênio, são incendiados.O ser humano não é consciente do mal que está causando ao planeta, nem que é preciso plantar para repor a vegetação que consome.
O planeta transformou-se em um grande depósito de lixo. Enviamos contêineres com resíduos radioativos para o fundo do mar, carregamos navios inteiros com substancias não-degradáveis. As variações climáticas, conseqüência das relações danosas do ser humano e das mudanças do comportamento do sol, produzem uma alteração das chuvas, diminuem sua intensidade, quantidade e regularidade. O aumento da temperatura produzirá fortes ventos, furacões e tufões. Os furacões são tormentas gigantescas e violentas, um redemoinho de destruição e morte. São chamados de FURACÃO em homenagem ao deus do mal dos aborígines do Caribe. O furacão Mithi e os fenômenos associados ao El-niño são evidências da tendência para grandes desastres causados pelo clima.
Aquecimento Global
O sistema hídrico é fundamental, pois cerca de 70% da superfície do planeta está coberta por água. Com o aumento da temperatura, diminui a umidade relativa do ar que trará como conseqüência menos nuvens e maior exposição ao sol, agravando assim o problema, assim será evaporada a água dos solos, produzindo muitas secas e grandes incêndios em todo o planeta, o falto d’água produzirá grave inconveniente à vegetação, reduzindo seu crescimento e diminuindo consideravelmente o tamanho das colheitas. Ao reduzir-se a quantidade de água das chuvas, diminuirá também o fluxo dos açudes e lagos, criando sérios problemas à fauna da terra.
Desmatamento
Conseqüências diretas
Tudo isso causará um forte impacto na economia, haverá desabastecimento e muitos produtos que dependem do clima como a água, as folhagens, os cereais, os pescados e a geração de energia elétrica terão aumentos vertiginosos de preço, serão épocas de racionamento de eletricidade, de fome e descontentamento social, aumentará o numero de pragas, insetos e doenças tropicais como a malária. O comportamento do ser humano será crucial para suportar o aumento geral da temperatura causada pela sua própria conduta inconsciente e depredatória.

Por Fenrir

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